“Não vou procurar, não vou me importar, não vou correr atrás.Até porque não to ganhando nada pra ser palhaça o tempo todo.”

princesa-errad4 (via princesa-errad4)


“Cadê você que me esqueceu,
Quem é você que eu não esqueço?
Quem é você que me prendeu,
E depois me deixou pra trás?”

Esteban Tavares   (via lembrancas-de-domingo)

(Source: sentiment0s-incertos)

“Quantas vezes tentaram adivinhar o que sentíamos, e erraram. Julgaram nossas ações, e erraram. Tiveram certeza sobre nossos propósitos, erraram. O que somos de verdade e o que queremos de fato, só nós sabemos. Só nós. - Sós.”

Martha Medeiros   (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: momentos-so-meus)

“E quando ele me abraçou foi como se alguma parte do meu coração se preenchesse. Naquele momento, eu me senti inteira. Eu precisava de um abraço, um abraço apertado, um abraço que me livrasse das angústias que eu estava passando. E o abraço dele foi exatamente isso.”

Autor Desconhecido.  (via cher-la-vie)

lonely-mind:

 É tão ruim ter que esperar por algo que você não tem certeza se vai realmente acontecer.

lonely-mind:

 É tão ruim ter que esperar por algo que você não tem certeza se vai realmente acontecer.

(Source: garotoindecifravel)

“Eu sempre me apaixonei muito mais por personalidades que por corpos.
Gosto de almas ímpares, convicções austeras e por favor preciso de uma pessoa com dignidade intacta.
Você pode me dar o céu, lamber o chão que eu piso e me idolatrar mas se não for uma pessoa forte não vai conseguir manter meu interesse por muito tempo.
Os fracos nunca me atraíram. Eles não conquistam meu amor, quem sabe apenas a minha piedade.”

nietzsche-prozac-e-misantropia (via ignorad0)


(Source: visoes-morbidas)

Quantas vezes chorei no escuro pra que não visse minhas lágrimas?
Quantas vezes eu vesti meu rosto com um sorriso que não era meu?
Quantas vezes reneguei minha felicidade pra poder ver a sua?
Quantas vezes deixei minhas vontades de lado para satisfazer seus infantilidades?
Quantas vezes me rebaixei aos trapos pra envaidecer o seu maldito ego?
Quantas vezes sacrifiquei os meus sonhos pra realizar os teus?
Quantas vezes me silenciei pra te poupar de meus gritos amargurados?
Quantas vezes acalmei meu ciúmes acreditando em suas notáveis mentiras?
Quantas vezes?
[…]
Olho para o meu passado e me enforco em arrependimento, por ter morrido tanto tempo em acreditar que o amor que eu tinha por você poderia ser a cura de seus defeitos… me enganei; Me reconstruo todos os dias, tentando viver sem olhar para trás e pisar nas armadilhas que as memórias traiçoeiramente me trazem, tento me sustentar diante das tristes nostalgias que ressurgem das cinzas, mas me mantenho. Só não quero me prender ao que não vale a pena. Cansei de projetar castelos de areia, cansei de nadar tanto e nunca ver a praia… cansei de ser idiota. Adeus! E desta vez, pra sempre.

Anndré (PdM), Cansei de chorar por quem não merece minhas lágrimas. (via sabedorias)

Eu quis te esquecer, juro que quis. Cheguei a te excluir de todas as minhas redes sociais, mas vivia te stalkeando dia e noite. Deletei seu número e ainda bloqueie para não poder receber nenhum tipo de ligação, ou SMS. Como se eu não soubesse seu número de cor e salteado né. Dei sumiço com os nossos históricos do MSN, parei de assistir nossos filmes, deixei de ouvir as nossas músicas, e já cheguei a não ir a lugares só para não poder te encontrar. E sabe o que aconteceu? NADA. Maldito perfume esse seu que vive me perseguindo. É sério. Já passei por diversos garotos que tinham o seu cheiro. O perfume anda na promoção é? Merda de cheiro. E sabe aquela música que você vivia tocando pra mim no violão? Aquela que tô até enjoada de ouvir, porque parecia que você só sabia tocar ela. Então, acredita que semana passada, o carro que quase me atropelou, estava tocando essa música na maior altura? Merda de música. Mas o moço do carro me ajudou, me levou na padaria pra comer alguma coisa. E ainda o cara do caixa da padaria tinha o maldito corte de cabelo feio que você insistia e costumava cortar, provavelmente desde que nasceu. Merda de cabelo. Então eu quis sair correndo de lá e ir pra minha casa, mas correr me lembraria de todas as vezes que a gente apostava corrida no meio da rua e os carros xingavam até não poder mais. Aí fui andando devagar e senti uma falta da sua mão entrelaçada e suada na minha. E fui mais rápido e esbarrei no moço da pipoca que me perguntou se eu estava com pressa porque ia encontrar meu namorado, e eu tive que gritar que não tinha um namorado. Merda de pipoqueiro. Era na semana de provas trimestrais e além de quase ser atropelada, eu tinha que pegar o caderno pra estudar as fórmulas que estavam justamente nas últimas folhas, pertinho dos desenhos que a gente fazia. Maldito caderno. Ainda bem que minha amiga me ligou em seguida e não me deixou queimar o caderno, mas me mandou ligar a TV no canal de fofocas. Só que a TV tava na novela, na cena que o Jorginho e a Nina discutiam, brigavam, se evitavam e tocava aquela música ridícula da Marisa Monte e depois se beijavam. Típico o que nós fazíamos e depois ríamos. Maldita Marisa Monte, maldito Jorginho, maldita novela. Então estragou minha semana, como você sempre costumava fazer. Estragou a minha vida. Transbordei de raiva e de fome. Queria comer, isso seria uma ótima ideia se não tivesse uma pizza velha na geladeira que me lembrasse da noite que a gente sentou na calçada, apostou quem comia mais fatias sem tomar água e depois você me fez passar mal de tantas cócegas. Então vou dizer uma coisa que jamais achei que iria dizer: “Maldita pizza!” Amo vitrines de roupas, mas olhar me faz lembrar sua falta de paciência. Amo baladas, parques e shopping, mas os malditos casais amam lá também. Resolvi ver meu facebook, sem notificações importantes, sem mensagens importantes e o feed de notícia nada de importante, exceto um maldito amigo em comum que curtiu uma foto sua de você sorrindo com a blusa que te dei, sorrindo do jeito que eu gosto. Malditos amigos em comum. Por que você ainda usa a camisa que te dei? Quis sair. Ir pra balada. Eletrônica, você odeia mesmo. Fui de carona com o pai da minha amiga que ouvia a música que você odeia, entro lá e dou de cara com o garçom. E quer saber o que estava escrito no crachá dele? O seu nome. Maldito nome, já falei né? Do lado casais, do outro casais e no meio eu morrendo de saudade de ser seu par e falar mal dos outros pares. E quis voltar pra casa porque era impossível querer tanto não lembrar de você e lembrar o dobro, mas como eu sou a garota com mais sorte no mundo, esbarrei num cara parecido com você na saída, com o mesmo carro, uma calça sua que eu conhecia e o cheiro do perfume barato e azedo seu de sempre. Na hora tive vontade de xingar o garoto de maldito por ser parecido com você e por ter derrubado meu copo de vodka, mas só consegui perguntar o que você tava fazendo aqui. E você com aquela cara de sonso respondeu que tava fazendo o mesmo que eu. Mas eu estava tentando te esquecer, caramba! Deu vontade de ir embora, só faltava decidir se eu queria ir sozinha ou com você. Mas decidi rápido: SOZINHA. Então te avisei que estava indo e você disse que tudo bem. Maldito tudo bem, porra! Até que eu vou, você grita lá de longe que vai comigo e eu esqueço que estava tentando te esquecer a semanas. Garoto, qual o seu problema? Precisei perguntar na mesma hora. Você precisa parar de aparecer em cada esquina que ando. E eu me derreti logo em seguida, quando você não respondeu nada e só me beijou. Maldito beijo com gosto de halls. MALDITO CORAÇÃO!”

Thiara Macedo & Amanda Patrício (via sociedadedospoetasmortos)